23.06.2009
Leila Souza
Caros leitores é um prazer estar com vocês, principalmente, porque essa coluna me deixa próxima de muitos que há algum tempo não vejo.
Chamo-me Leila, sou professora de História formada pela UFJF e lecionei por longos anos em várias instituições educacionais, como: Instituto Metodista Granbery; Sistema Meta de Ensino; Colégio e Curso Theorema; Instituto Allan Kardec; Colégio Anchieta; Colégio Ruy Barbosa (em Três Rios), entre tantos outros.
Fiz mestrado no Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora (CES), e, posteriormente, dei uma leve guinada em minha vida - mudei para o Rio de Janeiro -, com o fito de ingressar no Doutorado da PUC - Rio, todavia, a história me trouxe de volta à Juiz de Fora.
Durante meu doutorado tive contato com uma infinidade de linhas de estudo. Assim, comecei a estudar sobre o Comando Vermelho e o tráfico, tão divulgados na mídia. Posteriormente, voltei meu olhar para o estudo de biografias ao qual me atenho até então.
Comentários
Bruno Cerdeiro - brmmall@hotmail.comLeila,
Será mesmo que nossa mídia tem que deixar de lado exemplos horríveis como os deixados por Marcinho VP para atacar os viciados que muitas vezes precisam é de ajuda? Não quero polemizar mas temos que ser coerentes. Diego Flores - fdlfalce@hotmail.comApesar de não conhecer de perto nem o lado bom nem o ruim do que a mídia nos apresenta, até mesmo porque não sei analisa-la. Concordo com relação à idéia de que a gente perde muito tempo criticando os traficantes e esquecem que os "filhos de papai" ou os "problemáticos" e que bancam toda essa bandidagem. Adorei o assunto.Celiana Marinho Musse - nao@falo.comTenho que concordar com o que o Bruno disse. Não podemos mudar o foco e esquecer que esses traficantes são seres humanos ruins. Capazes de matar e fazer o mal custe o que custar. Se os viciados eram ao usar tais drogas, acho que é um problema mundial que precisa ser revisto. Mas com relação aos marginais. Pena de morte para todos. Sempre Leio suas colunas Leila, mas nessa eu não concordei. BeijosTaís Lima - taizinhafill@terra.com.brPena de morte em um país como o nosso onde a justiça e a injustica andam lado a lado? Leila, continue trazendo os vários lados da realidade em que vivemos. Já deu para perceber que se depender da opinião geral de quem não conhece nossos problemas a solução para tudo vai ser recomeçar o mundo em que vivemos. Concordam?Luiz ClaudioLeila, sempre me perguntei o que há por traz desse grande comércio de armas, drogas, tráfico e também o que há por traz dos interesses das mídias e da nossa política. Não chego a nenhuma conclusão, acho que não tenho possibilidade nem conhecimento para tanto. Mas como eu gostaria de saber se realmente estamos sendo enganados, se realmente os Beira Mar e Marcinhos VP são bons ou ruins. É uma pena eu não conseguir ver alem...leila moraesBruno, a coerência começa quando colocamos na balança o traficante e o usuário, porque, do contrário, estamos sendo parciais. Abraços. Leilaleila moraesTaís, em momento algum sugeri ou mencionei a pena de morte, até porque sou contra. Acredito na recuperação dos prisioneiros via atendimento psicológico e trabalho, principalmente o trabalho, pois ocupa a mente e dignifica o homem. Obrigado por me escrever, abraços. Leila.leila moraesLuiz claudio, sou uma estudiosa do tráfico no Brasil há, pelo menos 5 anos e te digo de coração aberto, tem muito mais entre nós e o que se divulga do que nossa "vã filosofia" possa imaginar. Abraços e valeu a participação. Leilaleila moraesDiego, que bom que você leu a coluna e gostou do assunto, outros virão. Leila o próximo. Grande abraço e obrigada. Leilaleila moraesCelina, mesmo não concordando com minha escrita é muito bom saber que você disponibilizou um tempo para lê-la. Isso vale por tudo. Obrigada, bjos para vc também. LeilaJosé Albino - ze_bile@hotmail.comLeila, meus parabéns pelo artigo... estava aqui em meu escritório e sem querer, fazendo algumas pesquisas "dei de cara" com ele. Quero lhe parabenizar pela visão social que tanto falta na sociedade em que vivemos, a visão que as vezes é ignorada para não nos depararmos com a verdade amarga e cruel, a melhor solução com certeza é fechar os olhos. Antes de analisarmos o indivíduo que cometeu um ato delituoso faz-se necessária a análise do meio em que este indivíduo convive, porém, infelizmente, este é o pensamento de poucos, mas cada um faz a sua parte.
Quanto à mídia, dispensa comentários por sua mediocridade e ignorância, veículo que muitas vezes leva o mal às pessoas, não obstante seu papel ser totalmente o contrário.
Meus sinceros parabéns e lhe desejo ainda mais sucesso em sua carreira.
Um grande abraço,
José Albino Neto.