
A cada dia que passa novas redes sociais são criadas. Orkut, MySpace, Facebook e Twitter são apenas algumas das mais conhecidas. Depois do lançamento do GWave, a novidade agora é o Google Buzz.
Ele funciona essencialmente como o Twitter, em que a pessoa segue seus contatos e também pode ser seguida por eles. O serviço está interligado com Gmail, ou seja, é preciso ter uma conta de e-mail no Google para utilizar o GBuzz.

Uma das muitas funcionalidades do
Buzz é a interatividade com a rede. Ele se conecta a serviços como o Picasa,
Google Reader, YouTube e Twitter para incentivar o compartilhamento de links,
textos, fotos e mensagens.
Outra diferença com o Twitter, é que
no Google Buzz você pode comentar as mensagens dos seus seguidos, dizer se
gostou ou não, e vice-versa.
O Google Buzz também está disponível em celulares, e tem como principal vantagem o uso do GPS através do Google Maps. O recurso possibilita localizar seus contatos no mapa, identificar estabelecimentos e marcar sua localização para outros contatos verem.
Apesar de tantos atributos, a nova
rede social está sendo criticada pela falta de privacidade. Quando você acessa
o GBuzz pela primeira vez, seus contatos podem ver com quem você troca e-mails
até que você mude suas configurações.
Com tantas redes sociais disponíveis
hoje, nos resta saber se o Google Buzz chegou para ficar, ou se é mais uma moda
que logo será esquecida.
Por Isabela Lobo

Já pensou em uma ferramenta que permite aos seus usuários troca de conteúdos online como fotos, vídeos e até mesmo textos, de forma instantânea, com interação entre diversos usuários e de forma integrada? Pois bem. O Google Wave, projeto anunciado pela Google em 2009, é uma plataforma capaz de unir diversos serviços em um só programa. Mas será que essa moda pega?
Quem testou, e já se acostumou, afirma que a novidade pode otimizar o tempo de trabalho em equipe, possibilitando reuniões, brainstorming, compartilhamento de dados: tudo em tempo real. O difícil mesmo é começar a navegar. As diversas ferramentas podem confundir o usuário e o que deveria ser funcional, acaba sendo elaborado demais.
Por enquanto, apenas as pessoas que recebem convite podem testar o Wave. O que não estava no plano dos criadores era a baixa adesão. O número de usuários esperados era bem maior do que o atual. Mas há quem aposte que, assim como o e-mail, o instant messenger e as redes sociais, o Google Wave ainda vai conquistar muitos adeptos e promete entrar para história.
Por Marcela Menezes
Início de ano é uma excelente época para buscar novas oportunidades. Neste período há pouca concorrência por causa das férias e porque muitos estudantes mudam de área ou desistem de estágios iniciados no segundo semestre do ano anterior. Além disso, é um período de conclusão de cursos, o que acaba forçando os universitários a abandonarem seus estágios. Segundo a Associação Brasileira de Estágios (ABRES), o Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube) e o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), o número de vagas deve aumentar em 20%. Isto porque não se encontra candidatos, pois muitos estão em férias ou em intercâmbios no exterior e só retornam para o batente no começo do ano letivo.

Há inúmeras oportunidades, seja para estudantes do ensino técnico ou do ensino superior. Os interessados em receber notícias sobre vagas em suas áreas podem cadastrar seus currículos nos sites www.nube.com.br e www.ciee.org.br.
Em Juiz de Fora, o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) faz todo o trabalho de intermediação dos estudantes com as empresas que buscam os estagiários. O CIEE fica na Praça da Estação, 48, Centro. As inscrições podem ser feitas de segunda à sexta-feira das 9h às 17h, sempre do dia 10 ao dia 30 de cada mês. Os interessados devem estar matriculados no ensino médio, curso técnico ou curso superior e, para a inscrição, devem levar uma foto 3x4 e apresentar a frequência. O telefone do CIEE é (32) 3215-8446.
Por Letícia Castro
O futuro da comunicação é um assunto constantemente discutido pelo mercado e vem sempre à tona em blogs, sites especializados, seminários ou em encontros profissionais. Cada um tem uma teoria, análise, opinião ou pensamento. Mas não há como dizer quem está certo, pois só o tempo irá definir os caminhos da comunicação. Não há como definir verdades ou mentiras. Enquanto na matemática dois mais dois são quatro, na comunicação não há exatidão.
Apesar disso, as discussões são sempre válidas, pois sempre é bom saber como os anunciantes, veículos e agências vêem a comunicação.
E claro que cada um quer usá-la de forma a tirar mais proveito. As divergências de opiniões ajudam a enriquecer as diversas teorias da comunicação e marketing existentes até hoje, presentes em livros, artigos, sites, aulas, palestras e seminários.
O que falta mesmo é tirar o melhor de toda essa discussão, acertar o pé e produzir uma comunicação mais inovadora, interativa, colaborativa e integrada. Estamos numa fase de transição, de tatear esses novos meios, momento propício para liberar a imaginação.
Então, por que não mudar como encaramos essa fase de transformações dos meios de comunicação? Por que não substituir modelos anteriores? Por que não falar em novas propostas que podem até ser complementares?
A comunicação está cheia de novidades impressionantes. E o que vem pela frente é muito mais sinônimo de oportunidade do que de risco. O tempo que se perde traz o futuro batendo à porta: dois mil e dez motivos para inovar.
Por Vitor Vizeu
Estudos comprovam que desde sua origem o ser humano sente grande necessidade de se comunicar. Pinturas nas cavernas contavam histórias do cotidiano e serviram como fonte de estudo para gerações futuras. Com o passar do tempo, o homem evoluiu em diversos sentidos. A tecnologia ganhou avanços significativos e foi percebido que a mente humana não tem limites. A comunicação se tornou vital para o homem. Hoje ela se faz presente na vida de todos e de forma cada vez mais efetiva.
Os avanços tecnológicos proporcionaram novas maneiras de se comunicar. A comunicação deixou de ser linear, com um emissor e um ou mais receptores. Hoje todos são ou podem ser emissores, todos são geradores de conteúdo e, mais do que nunca, sujeitos comunicadores.
Blog, Orkut, MSN, Facebook, YouTube, Twitter e outras mídias são parte do cotidiano do homem moderno, assim como o bom e velho jornal impresso foi um dia. Tudo isso se deve a popularização da internet. Basta um computador com internet funcionando para conectar-se com todo o mundo. Graças a essas novas mídias o conceito de globalização nunca foi tão evidente e o mundo nunca esteve tão agrupado.
E nesse contexto, onde todos são geradores de conteúdo, surge o portal Ecaderno, na cidade de Juiz de Fora. Sites assim servem de referência para o internauta, já que não há um controle formal sobre grande parte do conteúdo que é veiculado na web. Informação, conteúdo dinâmico e jovem, responsabilidade e interatividade são características do E-caderno.com e ajudam a manter um público cativo. O portal ganha importância significativa para profissionais e estudantes juizforanos e da região.
A nova comunicação exige conteúdo inteligente, que faça a diferença na vida de quem comunica. Todos são comunicadores e tem, agora, a oportunidade de levar um pouco de si para o mundo. Refletir sobre o que comunicar, como comunicar e, fundamentalmente, por quê comunicar é essencial para quem quer atenção. Afinal, uma coisa nunca mudará: só se comunica com quem quer.