
Segundo
pesquisas realizadas pelo SEBRAE, cerca de 70% das empresas no Brasil são
controladas e administradas por famílias e grande parte delas tem um horizonte
de vida curto devido à falta de profissionalização das atividades. O mundo
moderno e a complexidade do mercado e da economia exigem que as organizações
tenham um comportamento mais racional, que restringe o espaço para as empresas
mal-administradas. Guiadas pelo espírito empreendedor, em muitos casos, estas
conseguem obter sucesso no início, mas a perpetuidade dessa condição não se dá
ao acaso: qualquer crescimento alcançado desencadeia várias adversidades na
gestão interna que exigem técnicas para controlá-las.
Quando falamos em continuidade, o problema mais recorrente volta-se para as dificuldades financeiras como gestão de recursos de caixa, administração do capital de giro, utilização de empréstimos e gestão de recebíveis. A maioria desses problemas aparece no processo de expansão do negócio onde o volume de dinheiro a ser gerido torna-se complexo demais para um gestor familiar. Problemas na área mercadológica são menos comuns, mas ainda sim se apresentam determinantes para controlar o relacionamento e a retenção de clientes.
No que tange aos recursos humanos existe problemas recorrentes nesse tipo de organização: a sucessão e a hierarquia. Os dois surgem, pois a figura do dono do negócio se confunde com o próprio negócio e, no momento da sucessão, nem sempre os filhos são as pessoas mais indicadas para continuar a operação. A hierarquia também deve ser profissionalizada com funções bem definidas e funcionais, assim como uma política empresarial consistente, não centralizada ao bel-prazer do “patrão”.
O papel do administrador torna-se único para transformar uma entidade familiar em uma empresa de mercado, uma vez que toda sua formação é voltada para como gerir os negócios de forma eficiente e eficaz. Sua principal função é garantir a continuidade da operação tendo em vista todo o plano das ações em prol dos objetivos idealizados. A saída para os problemas citados é inserir um gerente interno na empresa ou contratar uma consultoria especializada na área a ser trabalhada.
A palavra currículo deriva-se do latim curriculum vitae, que
significa carreira da vida. Trata-se do histórico profissional de cada pessoa,
com informações de cunho pessoal e profissional, além de informações sobre
experiências relacionadas às atividades profissionais anteriores a oportunidade
de trabalho na qual se candidata. O currículo é uma importante ferramenta de
apresentação profissional para a conquista de um espaço no tão concorrido
mercado de trabalho. É muito importante que este seja bem elaborado, já que é o
principal meio pelo qual o empregador irá despertar interesse em conhecer
pessoalmente o candidato, sendo assim, é preciso tomar muito cuidado na
hora de elaborá-lo. Hoje em dia, existem sites que indicam como elaborar um
currículo, muitos desses até apresentam modelos a serem seguidos, mas o
candidato deve atentar-se ao fato de que pode estar usando um modelo não
compatível com sua necessidade e isso pode impactar na forma como a informação
será disposta. O modelo mais complexo nem sempre será o mais adequado,
muitas empresas preferem currículos claros e objetivos, por isso não arrisque
na hora de montar o seu currículo.
Alguns cuidados para elaboração do currículo:
* Antes de entregar ou enviar para empresa, verifique
minuciosamente a ortografia, corrija erros de ortografia e digitação se houver;
* Seja sucinto, objetividade e clareza são fundamentais!
* Procure citar experiências profissionais relevantes
e recentes;
* Evite uso de palavras muito técnicas, siglas ou estrangeirismos;
* Preferencialmente, utilize fonte do tipo Arial ou Times
New Roman, com tamanho entre 10 e 12;
* Nada de caracteres e marcadores extravagantes ou letras
coloridas;
* A formatação deve ser padronizada e preocupe-se com a
qualidade da impressão.
Para pessoas que procuram uma vaga de estágio, muitas vezes o candidato não tem
muita experiência profissional ou mesmo nenhuma, neste caso, valorize outros
aspectos, não invente ou circunde uma situação não tão relevante. Preencha seus
dados pessoais, sua formação acadêmica e sua experiência profissional (caso
tenha), adicione ao final, informações extras como um trabalho voluntário
que já tenha realizado, desenvolvimento de trabalhos culturais, cursos que já
tenha feito e para citar idiomas, preocupe-se com o nível de domínio, não se
atenha a escola de línguas onde cursou, exceto se tiver sido no exterior.
Agora é hora de montar seu currículo...Boa Sorte!
Aline Zamperlim
Departamento de Gestão de Pessoas
Durante toda a vida acadêmica existe uma série de avaliações que procuram mensurar a assimilação de conhecimento do aluno em relação àquilo que é passado em sala de aula.
Esse processo, que em geral consiste em atribuir pontos e exigir um mínimo para a aprovação, acaba por incorrer em um risco que precisa ser contornado: a perda do real sentido de se estar ali estudando. Determinar uma nota como objetivo principal, sem que seja feita nenhuma ressalva em relação a isso, acaba por semear na maioria dos estudantes a idéia de que importa apenas conseguir aquela pontuação.
Diante disso, diversas formas, digamos, alternativas, são criadas por aqueles sem muito interesse em estudar: levam “cola” de casa, conseguem a prova com outra turma, trocam de provas na hora, etc. Até mesmo os que estão interessados acabam por se perder diante da necessidade de pontos: muitos focam em decorar o conteúdo, estudando apenas para aquela prova em específico e depois esquecendo boa parte do que foi visto. Poucos são aqueles que encaram o estudo como a oportunidade de aprendizado e crescimento que ele é.
É claro que outros aspectos estão envolvidos nessas atitudes, como o excesso de matéria que é passado, o desinteresse natural das pessoas com relação a certos temas, entre outros. Todavia, é necessário se cultivar nos alunos, desde o ensino básico, uma cultura de aprendizado, de estudar para refletir e expandir horizontes, semear sempre a busca pelo conhecimento, o olhar crítico e o questionamento. Assim, as pessoas serão criadas e educadas para serem capazes de modificar a sociedade em que vivemos.
É preciso, antes de ensinar os conteúdos, ensinar o aluno a aprender. Dessa forma ele estará livre para assimilar, questionar, modificar e, principalmente, acrescentar.
Marcelo Gaio
Departamento de Gestão do Conhecimento
A guerra fiscal trouxe efeitos extremamente negativos para a cidade de Juiz de Fora, principalmente devido à proximidade com o estado do Rio de Janeiro e os incentivos fiscais cedidos por esta unidade federativa às empresas para buscar o desenvolvimento econômico da região a partir da chamada Lei Rosinha, o que leva a cidade mineira a uma saturação do setor de serviços.
Assim, existem fortes incentivos para que investimentos sejam alocados em municípios próximos, principalmente no estado do Rio de Janeiro, que chegou a reduzir o ICMS de 19% para apenas 2% para promover o desenvolvimento de cidades menos favorecidas, incentivos estes criados durante o mandato da ex-governadora Rosinha Matheus. Enquanto isso, em Minas Gerais tais alíquotas chegam a variar de 12% a 18%. Portanto, algumas empresas, que já possuíam instalações em Juiz de Fora, estão migrando para esses municípios, como é o caso da Paraibuna Embalagens que realizou um investimento de quase R$ 40 milhões para a pequena Sapucaia. Outras empresas que desistiram de investir na cidade foram a Cotherpack, a Latapack-Ball, Medabil e a sueca Sandvik.
Além da questão fiscal existe ainda a falta de infra-estrutura e logística adequada em Juiz de Fora que incentivem grandes investimentos, como por exemplo, a falta de aeroporto adequado e marketing voltado para o desenvolvimento industrial da cidade. Na tentativa de resolver esse problema foi planejado um grande aeroporto na cidade de Goianá (cerca de 40 km do centro de Juiz de Fora). No entanto, este empreendimento, em que as obras foram terminadas em 2006 e já obteve um investimento de aproximadamente R$ 80 milhões, sendo 85,7% financiados pelo governo mineiro e o restante pela União, ainda está parado devido a entraves burocráticos.
Além da já referida lei, alguns outros fatores, ou entraves ao nosso desenvolvimento foram cruciais na diminuição do crescimento de nosso PIB, e possível atratividade para grandes empresas.
Em 2009 a cidade de Juiz de Fora perdeu a instalação de um Centro de Distribuição da Zona Franca de Manaus para o município de Uberlândia, o que irá possibilitar uma diminuição significativa do tempo de entrega de mercadorias de Norte a Sul do país. Este empecilho irá levar muitas empresas da área de transporte para Uberlândia, permitindo uma significativa criação de empregos. Por que Juiz de Fora não conseguiu vencer a disputa? Uma das respostas pode estar, como dito, em sua frágil situação no segmento de transportes. Uberlândia já possui um aeroporto em pleno funcionamento e cinco rodovias federais que cortam o município, enquanto Juiz de Fora apenas uma.
Portanto, a cidade de Juiz de Fora necessita de um maior incentivo a investimentos na área de transportes, tanto no segmento aéreo, rodoviário e ferroviário, para se desenvolver, se tornando competitiva na área de logística. Quanto aos incentivos fiscais, se o município souber negociar estes investimentos, no longo prazo, as empresas procurarão, além de baixos custos relativos à tributação, baixos custos em relação à transporte, portanto Juiz de Fora precisa de uma boa malha de transportes.
Durante os anos de
No período (2005-2008), calcula-se que a Petrobras tenha deixado de faturar R$10 bilhões com a rigidez dos preços. Pode parecer estranho para alguns, mas a compensação dessa perda ocorreu em 2009, em plena crise financeira mundial. No último ano o preço estabelecido nas refinarias da Petrobras estava acima das cotações internacionais, isso se deve ao fato de que no momento de crise, a cotação do petróleo despencou de US$140 para menos de US$40. Hoje, esse valor é de aproximadamente US$75.
Com essa grande oscilação do preço do barril, especialistas afirmam que a Petrobras já tenha conseguido recuperar pelo menos R$10 bilhões no ano passado. Analistas também não creêm que a empresa reduzirá preços, como chegou a ser dito pela mesma se tais perdas fossem zeradas. Acredita-se que os ganhos podem ser usados para fazer caixa e realizar investimentos na exploração do pré-sal.
O caso da Petrobras se torna muito particular, pois mesmo em momentos desfavoráveis, como em uma alta do preço de matéria-prima, a empresa não repassou a variação de custos aos preços finais. O mesmo não aconteceria com uma empresa privada atuando em mercado aberto. A força de um governo por trás de uma estatal também é muito grande. Há mais que uma boa intenção de não aumentar o preço para o consumidor brasileiro, pois a alta dos combustíveis tem impacto direto na inflação e reflexos em toda a cadeia produtiva.
Eduardo Fernandes
Departamento de Finanças
A Segunda Guerra Mundial cria uma necessidade muito grande de exportar produtos e principalmente, importar artigos bélicos. Porém, isso se torna inviável devido às diferenças em unidades de medida, formas de munição, além de diferenças étnicas e culturais. Dessa forma seria mais fácil e vantajoso para todos os países se todos adotassem as mesmas unidades, pois estes poderiam exportar seus produtos para o mundo inteiro. Aparecem então, as primeiras formas de normalização, seguindo principalmente os ideais militares, que sempre seguiram regras e padrões.
Durante os anos que se seguiram, todos os tipos de organizações passaram a adotar padrões dentro de suas fábricas, para que todos os produtos tivessem qualidade igual. Foi com o objetivo de unir padronização e alta qualidade, que em 1987 foi publicada a série ISO 9000 e suas normas tornaram-se as mais conhecidas, reconhecidas e aceitas mundialmente, chegando a ser obrigatória em 1993 para a participação em algumas atividades na Comunidade Européia. Após o sucesso da 9000, diversas normas foram lançadas, para diferentes ramos, como para gestão ambiental (ISO 14001), gestão em projetos (ISO 10006) e também adaptações para setores específicos como a ISO 14919 para o setor farmacêutico.
Atualmente existem em torno de 600.000 organizações certificadas no mundo, e cerca de 8.000 no Brasil, abrangendo desde pequeno até grande porte, mostrando a importância de certificar que os processos de produção têm alta qualidade e consequentemente, o produto final também. A qualidade diferenciada gerada pela certificação também passou a ser reconhecida pelos consumidores, uma vez que estes claramente preferem pagar um pouco mais caro por um produto de maior qualidade.
É de forma simples que concluímos que ter qualidade não significa apenas produzir produtos duráveis, e sim atender as expectativas dos clientes, as exigências do mercado cada vez mais competitivo, cumprir com os objetivos organizacionais e sempre, ter um grau de excelência.
Ricardo Coutinho
Representante da Direção
A comparação entre música e administração não é novidade para os estudiosos da área. Peter Drucker, um dos pioneiros neste aspecto, em 1998 já afirmava que empresas eram como orquestras: “Só há o maestro – CEO – e cada um dos músicos toca diretamente sob a batuta dessa pessoa, sem intermediários. E cada um deles é um especialista, ou melhor, artista, altamente qualificado”.
É notório que muitos palestrantes utilizam dessa comparação para ajudar e até mesmo incentivar empreendedores, afirmando que devem ser como maestros, sempre regendo com excelência e dedicação suas empresas, na medida em que constroem um resultado perfeito e harmonioso. Mas a grande crítica viria através da constatação de que um maestro jamais pode ser questionado, sua autoridade assemelha-se a de um ditador. A partir daí, até mesmo o autor da comparação mudou seu discurso, reconhecendo que as empresas deveriam se inspirar em um bom Jazz: “Atualmente estamos buscando grupos diversificados que precisam ir escrevendo a partitura enquanto representam. O que precisamos atualmente é de um bom grupo de jazz”.
Se Drucker estava certo, e muitos dizem que sim, a aproximação entre administração e música pode ir muito além do que estas meras comparações. Estudiosos mais modernos tem buscado nas melodias um estímulo à concentração e aprendizado, e em todas as pesquisas realizadas houve a confirmação: música é um exercício para o cérebro.
O fato é que muitos fisioterapeutas e psicólogos vem utilizando cada vez mais desses artifícios sonoros. Em uma de suas experiência Losavov, cientista búlgaro, colocava música clássica em andamento lento, enquanto crianças assistiam às aulas, pôde assim observar que o crescimento intelectual naquela sala era muito mais desenvolvido do que nas demais turmas infantis com ensino padrão.
Outra linha de estudos, desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Wisconsin, demonstrou que alunos praticantes de algum instrumento musical apresentavam desempenho superior a alunos comuns, principalmente na área de matemática.
Já na Califórnia, uma psicóloga americana selecionou estudantes da Universidade de Irvine e os submeteu a uma seção de dez minutos ouvindo uma sonata para dois pianos, logo após foram aplicados testes de inteligência que focavam raciocínio espacial. O resultado foi surpreendente, identificou-se que os alunos obtiveram melhor desempenho após escutarem a música. Estudos posteriores afirmaram que este efeito não se restringe a um mesmo tipo sonoro, mas depende da preferência de cada pessoa.
Para os visionários e àqueles que almejam ser bons gestores, está aí uma dica que não só aumentará a capacidade produtiva da organização, como proporcionará uma melhora significativa na qualidade de vida dos colaboradores. Se você ainda está duvidando, é bom prestar atenção nos benefícios que a música pode trazer: alivia tensões, estimula interações entre indivíduos, atua no neurodesenvolvimento, permite um melhor raciocínio lógico, além de ser responsável por diversos outros estímulos. Que tal começar por Mozart ou quem sabe Louis Armstrong?
Josiane Loures - Departamento Gestão de Pessoas
Cada dia que passa o assunto mídias sociais fica mais em voga e as empresas estão aderindo-as exponensialmente às suas ferramentas. O blog é uma dessas ferramentas que é relativamente fácil de ser implementada e seu funcionamento pode ser considerado simples, porém sua manutenção, isso é, postar (escrever) diariamente, responder comentários, adicionar links de parceiros e novidades em geral, é uma atividade complexa, uma vez que para ser eficiente, toda a empresa precisa participar ou pelo menos estar ciente de sua importância.
Segundo Faustino, "um blog é uma estrutura com custos muito reduzidos, que lhe permite em muito poucas horas, estar a correr e a promover os seus produtos", por esse motivo, essa ferramenta tem sido tão atraente para as empresas, que acabam utilizando desse recurso como uma ferramenta de marketing.
Segundo Ribeiro, “hoje em dia as corporações grandes e pequenas, de diversos setores estão utilizando um ou vários blogs para reforçar e dinamizar a comunicação interna com seus colaboradores, e a comunicação externa com clientes e usuários". Para manter esse blog existem algumas dicas, que segundo Michael Martine, são cinco: a informação sobre a empresa deve ser clara; uma página de contato bem visível e que funcione; o acesso fácil às páginas de produtos e serviços fornecidos pela empresa; uma página que explique sobre o que é o blog ( objetivo e autores por exemplo ); e, por fim, a facilidade de acesso aos posts via RSS e também por email.
Cláudia Barreto
Departamento de Marketing
O anúncio do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de 2016 foi recebido por toda a população brasileira com grande entusiasmo e ventura. A expectativa gerada em torno da divulgação do resultado após a belíssima apresentação feita pela Delegação Brasileira e também pela grande receptividade percebida no comitê avaliador do evento após a exibição dos vídeos institucionais, geraram grande otimismo entre a população brasileira. A eleição da Cidade Maravilhosa, em número de votos, foi bastante favorável: foram 66 votos para o Rio, contra 32 para Madri, a segunda colocada. A comemoração do resultado não se concentrou somente em Copenhague, onde estavam sendo feitas as apurações: na praia de Copacabana, milhares de pessoas se reuniram em torno de um telão para conferir o anúncio do presidente do Comitê Olímpico Internacional, Jacques Rogge.
Muito foi discutido em relação à capacidade do Rio de Janeiro em sediar um evento de porte e responsabilidade tão grandes, afinal será a primeira vez que a tocha olímpica terá como destino a América do Sul. Porém, a experiência da cidade com os Jogos Panamericanos em 2007 mostra que a cidade tem condições de arcar com tal atribuição apesar dos grandes investimentos que deverão ser feitos: serão gastos no total, por volta de US$14 bilhões de dólares em obras prioritariamente de infra-estrutura (72%), sendo 50% destes em transporte, 12% em saneamento, 8% em energia, 7% em segurança, 4% em instalações esportivas, 4% na Vila Olímpica, 8% em outras vilas e 2% em centro de imprensa, entre outras.
A campanha mais cara dentre as concorrentes contará com o apoio dos Governos Federal, Estadual e Municipal, sendo que a soma do orçamento operacional resulta em US$ 2,82 bilhões, financiados pelo Comitê Olímpico Internacional (31%), patrocinadores (20%) e venda de entradas (14,4%). Os organizadores esperam vender 7,1 milhões de entradas, a um preço de aproximadamente US$ 35 por evento, a menor renda de ingressos entre as quatro candidatas.
Os números dos Jogos Olímpicos impressionam e até mesmo geram dúvidas quanto à sua efetividade: vale a pena separar tanto recurso em algo que inicialmente é passageiro, visto que o país demanda investimentos em tantas outras áreas como educação e saneamento básico? A resposta é sim, desde que o investimento seja planejado e que seja alocado de forma efetiva. Qualquer que seja o investimento a ser realizado deve ser analisado quanto ao seu custo de oportunidade e seu retorno para que possa ser eficaz.
Além disso, a inserção do país na mídia internacional a partir de uma experiência bem sucedida permite uma prospecção de negócios globais à medida que a imagem do mesmo fica fortalecida pela capacidade de realizar um evento de tal porte. E essa prospecção é um resultado ainda maior se formos considerar a situação do Brasil que se trata de um país emergente.
Outro aspecto, inerente aos Jogos é a injeção de recursos na economia uma vez que existem os gastos paralelos que são aqueles referentes ao turismo da região, e que muitas vezes possuem um grande valor agregado.
Por fim, pode-se falar no aumento do número de empregos “temporários” necessários à construção da estrutura do evento.
Portanto, pode-se pensar em um retorno positivo ao país após a decisão do Comitê Olímpico Internacional, afinal os investimentos gerarão retorno e fomentarão o crescimento do Brasil num âmbito global. A contagem regressiva já começou!
Natália Ferreira
Diretora Vice-Presidente
Muito
é o que é preciso para construir uma companhia e se manter
como líder de mercado ao longo do tempo. De fato, são inúmeras as
empresas que fecham antes de sequer completar um ano, então como empresas
como HP, 3M, Marriott, CitiBank, American Express, Philips Morris, dentre
outras conseguem ser líderes de mercado por tanto tempo?Um estudo realizado e publicado no livro Built to Last de Jim Collins e Jerry Porras mostra que todas essas companhias possuem algumas características em comum. O grande ponto encontrado nessas companhias foi que todas elas possuíam uma forte idéia da sua proposta central e dos seus valores centrais. A proposta é o que a empresa se propõe a fazer, sua razão básica de existência além de apenas “fazer dinheiro”, isso guiará todas as ações da empresa no longo prazo e não deve ser confundido com as metas e estratégias de negócio. Já os valores centrais da empresa são seus princípios básicos, princípios que a guiarão e que devem ser bem desenvolvidos e disseminados na companhia.
Todas essas companhias foram hábeis para manter sua proposta central e ao mesmo tempo estimular o progresso e crescimento, agindo de acordo com seus valores. Além disso, essas empresas nos mostram grande potencial de adaptabilidade ao ambiente e suas mudanças. Muitas delas não estão no mesmo ramo que estavam quando começaram seus negócios, no entanto, foram capazes de mudar se mantendo fiéis aos seus valores. Através de inovações, tentativas e erros essas empresas conseguiram produzir uma vasta gama de produtos que ampliaram seu horizonte de vendas, além de dominarem novos mercados. A American Express estava no serviço de fretes antes de entrar no ramo financeiro. A 3M foi criada como uma mineradora antes de passar a produzir produtos de cuidados com a saúde e segurança no tráfego a produtos para escritório, abrasivos e adesivos. A rede de hotéis Marriott surgiu a partir de uma banca de refrigerantes aberta por Willard Marriott.
O grande ponto que as empresas tidas como “visionárias” nos mostram é que a companhia deve se manter fiel a sua proposta e seus valores, porém, isso não deve engessar a gestão da empresa, que deve sempre buscar novos mercados e inovações, adaptando-se ao ambiente a sua volta e antevendo tendências.
João Guilherme Soares
Departamento de Finanças
A competitividade e a falta de emprego são fatores cada vez mais comuns na vida das pessoas. Mas a situação pode ser ainda pior para uma parcela significativa da sociedade: os deficientes físicos, que correspondem a mais de 24,5 milhões de brasileiros. Independentemente do tipo de deficiência que possuam, essas pessoas enfrentam dificuldades para serem aceitos no mercado de trabalho, ainda que esteja comprovada a sua motivação para o serviço.
A preocupação com o bem-estar social deste público já existe desde 1975, quando foi aprovada pela Assembléia Geral da ONU a Resolução 2.542/75, sobre a Declaração dos Direitos das Pessoas Deficientes. A lei determina que os deficientes “têm direito à segurança econômica e social, a um nível de vida decente e de acordo com suas capacidades, a obter e manter um emprego ou a desenvolver atividades úteis, produtivas, remuneradas e a participar de sindicatos.”
Entre os principais entraves da alocação de deficientes físicos no mercado de trabalho estão: a carência de qualidade profissional; a carência dos sistemas de habitação e reabilitação; e a falta de estímulos econômicos que facilitam a contratação desta mão-de-obra pelas empresas. Entretanto, nota-se o desenvolvimento de formas de apoio ao emprego do deficiente, como dispensa da contribuição para segurança social e subsídios para a adaptação dos postos de trabalho.
A falta de informação pode ser considerada um empecilho para o tratamento de igualdade perante estas pessoas. As empresas devem buscar conhecer os benefícios que possuem ao empregar deficientes físicos e obter a prova de que estas pessoas podem ser bons funcionários, motivados e dedicados ao trabalho.
Mylena Mancilha
Líder do Núcleo de Responsabilidade Social
O mercado de capitais certamente é um dos mercados com mais alto nível de risco para se investir, porém como sabemos, quanto mais alto o risco, mais alto deverá ser o retorno demandado pelo investidor. Os ativos negociados neste mercado, além de gerarem um bom retorno sobre o investimento também contribuem grandemente para o desenvolvimento das empresas que buscam no mercado de capitais uma forma de financiar suas atividades e ampliar seus investimentos. Correndo o risco de investir em renda variável não só esperamos obter maiores retornos como também estimular o crescimento econômico. Como disse Alan Greenspan: “Se todos os poupadores e seus intermediários financeiros investissem somente em ativos livres de risco, o potencial de crescimento das empresas jamais se realizaria”.
No entanto, para operar em um mercado com tão alto risco e conseguir maximizar o retorno, devemos utilizar de algumas ferramentas para gerir o risco do investimento, elevando o lucro ou mesmo reduzindo perdas em momentos de alta volatilidade. Duas ferramentas que podem ser utilizadas para gerir o risco da carteira de investimentos são: a Teoria da Diversificação de Markowitz e a utilização de derivativos.
A Teoria da Diversificação consiste basicamente em obter uma carteira distribuída com diversos ativos com características distintas. Nesta teoria trabalha-se com o retorno esperado como uma coisa desejável, e a variância deste retorno indesejável. A variância é uma medida estatística da oscilação do rendimento em torno da média, conceito que está ligado diretamente ao desvio padrão. Quanto maior a variância, ou desvio padrão, menos o retorno médio indicará qual deverá ser o resultado. Diversificar investimentos constitui-se na melhor arma para reduzir a variância do retorno. A questão é basicamente que, concentrando seus investimentos será impossível prever o resultado, podendo obter rendimentos extraordinários ou mesmo perder tudo. Porém diversificando os papéis alguns destes se valorizarão mesmo quando outros se desvalorizem, reduzindo a volatilidade da carteira. Pode ser que os lucros sejam reduzidos pela diversificação, mas assim também será com as perdas. A questão é puramente matemática, em uma carteira diversificada o seu retorno equivalerá as médias das taxas de retorno de seus componentes individuais enquanto a volatilidade será inferior a volatilidade média dos componentes. A Teoria da Diversificação de Markowitz foi tão inovadora em tantos níves que lhe rendeu o Nobel de ciência econômica em 1990 e, apesar de parecer simples redigida desta maneira é extremamente complexa já que encorpora as idéias da teoria das probabilidades, amostragem, curva em sino e dispersão em torno da média, regressão a média e a teoria da utilidade.
Já os derivativos são os mais sofisticados instrumentos financeiros, os mais misteriosos e até mais arriscados, porém, usados de maneira sensata podem trabalhar na remuneração da carteira e redução do risco dos investimentos. Os derivativos são formados por duas modalidades: os contratos a termo (contratos de entrega futura a preços predeterminados) e opções, que fornecem a um lado a opção de comprar ou vender para o outro lado a um preço pré-determinado. Funcionam de certa forma como um seguro onde, mediante o pagamento de um prêmio o risco de determinada atividade é transferido para outra pessoa. Desta forma o investidor, ou mesmo uma empresa, possuirá maior controle do seu fluxo de caixa e reduzirá o risco de suas negociações, já que, de certa maneira se protegerá das flutuações do mercado. Por exemplo, uma empresa deseja adquirir certo equipamento que deverá ser pago dentro de 6 meses, em moeda estrangeira, como o dólar, e não pretende ficar sujeita ao risco da variação cambial. Neste caso a empresa poderá fechar um contrato em que mediante o pagamento de um prêmio, a outra parte se predispõe a lhe vender uma certa quantidade de dólar por um preço pré-fixado, neste caso a empresa adquiriu uma opção de compra de dólar. O risco a que estará sujeita agora será de a moeda nacional se valorizar e o preço do dólar cair, neste caso ela pode escolher não exercer sua opção de compra e perderá apenas o valor pago pelo prêmio. Já se a moeda nacional se desvalorizar a empresa pode exercer sua opção e pagará pelo dólar o preço que fora anteriormente acordado. O mesmo é aplicado no investimento em ações, podendo ser negociadas em bolsa as opções de compra e venda de ações, além de mercadorias, commodities e até taxa de juros.
A diversificação e a utilização de derivativos são métodos que visam reduzir o risco de um investimento, porém não o eliminam. Como já foi dito o risco é inerente ao desenvolvimento, porém, isto não é motivo para que nos arrisquemos sem nenhuma medida preventiva. Devemos sempre medir e avaliar o risco a que estamos sujeitos e tentar controlá-lo e reduzi-lo.
João Guilherme
Departamento Financeiro

As inovações da tecnologia são constantes e dentro deste contexto, começaram a surgir novas oportunidades que podem ser trabalhadas pelo marketing, surgindo então, o conceito de marketing eletrônico que consiste em aliar os recursos de marketing tradicional com ferramentas eletrônicas. Através da utilização dos recursos deste marketing é possível identificar diversas vantagens, as principais serão citadas a seguir:
Embora existam muitas vantagens do marketing eletrônico como citado anteriormente no presente trabalho, cabe ressaltar que existem desvantagens também:
A adoção do marketing eletrônico tornou possível a criação de diversas ferramentas, como o o webdesign por exemplo, que auxilia as organizações desde aumentarem suas vendas até reter os seus clientes.
Webdesign pode ser traduzido para a lingua portuguesa como projeto da rede, ou seja, é a estruturação e planejamento envolvido com os sites que compõem a Internet. Atualmente, o webdesign pode ser considerado extremamente importante para qualquer página corporativa, uma vez que, pode ser o fator chave de atração de visitantes ou diferencial em relação a outra página.
A ferramenta engloba a interface gráfica do site, além de também estar diretamente relacionado na criação das informações, através de imagens, símbolos, cores e tons.
Claudia Barreto
Departamento de Marketing
Para ler mais, acesse o link: PLANEJAMENTO ORçAMENTÁRIO E FERRAMENTAS DE TOMADA DE DECISÃO
Paulo Alves
Bruno Faria
Vinicius Barbosa
Em busca de ampliar sua rede de contatos e de manter-se participativa com as novidades do Movimento Empresa Júnior Nacional e Mundial, a CAMPE Consultoria Jr. apostou na realização de uma prática inovadora que vem se difundindo entre as empresas juniores: o InterchanJE. A empresa está recebendo, desde o dia 26 de junho, o empresário júnior francês Gauthier Kielemoes da SEGMA, empresa júnior da escola de negócios Groupe ESC Clermont. E para conquistar ainda mais espaço no MEJ Europeu, a CAMPE apresentará um case no evento de maior importância da Confederação Européia de Empresas Juniores, o Summer JADE Meeting.
Nomeado InterchanJE, o programa de intercâmbio visa principalmente a troca de experiências entre as empresas juniores. Durante sua estadia na CAMPE, o empresário júnior da França está tendo contato diário com nossas práticas de gestão, planejamento estratégico, atividades dos departamentos e núcleos, entre outros ensinamentos. Do mesmo modo, ainda no mês de Julho, um membro da CAMPE visitará a francesa SEGMA e terá convívio com as atividades realizadas lá. A partir do conhecimento de outra empresa júnior, é possível fazer uma análise crítica sobre a maneira com que são realizadas nossas atividades e, assim, aprimorar nossos trabalhos. Há possibilidade, ainda, de adaptação de uma prática que é desenvolvida em outra empresa à realidade da CAMPE, daí o grande valor agregado do programa.
E para levar o nome da CAMPE Consultoria Jr. e da Universidade Federal de Juiz de Fora ao exterior, três membros da empresa irão ao Summer JADE Meeting, a mais importante conferência do Movimento Empresa Júnior Europeu, que se realizará entre os dias 16 e 19 de julho em Prishtina, Kosovo. Os campestres apresentarão o case Auditoria Interna, que trata de uma prática de gestão exigida pela Norma ISO e realizada semestralmente na empres. O evento será uma excelente oportunidade, não só de divulgação para a CAMPE, mas também para que novos contatos com empresários juniores sejam feitos possibilitando, assim, a realização de novos intercâmbios.
Mylena Mancilha
Relações Internacionais
Departamento de Marketing

O frio vem chegando e é hora de sermos solidários. Uma iniciativa que partiu de dois alunos da Universidade Federal de Juiz de Fora, João Mateus e Felipe Barata do curso de Administração, em promover uma campanha para arrecadar agasalhos e cobertores para a Sociedade Beneficente Sopa dos Pobres.
Os postos de coleta estão distribuídos pelo Campus Universitário. São caixas onde deverão ser depositados os agasalhos e/ou cobertores que você pode encontrar:
- Secretaria FACOM;
- Secretaria Odontologia;
- Cantina do CCS;
- Cantina do ICH;
- Diretório Acadêmico da Letras;
- CAMPE Consultoria Jr.
A campanha vai do dia 02 de junho até o dia 19 de junho.
Venha participar desta grande mobilização e tornar o inverno de quem precisa um pouco mais quente. Aqueça você também seu coração.
Frente a competitividade de mercado e a exigência dos clientes por produtos cada vez mais qualificados, as empresas de todos os portes buscam conhecer frequentemente seu público-alvo bem como formas de superar suas expectativas através da excelência do atendimento e da oferta de produtos que atendam às suas necessidades.
Uma das formas de aprofundar o conhecimento sobre os clientes e retratar a satisfação do produto por ele demandado é a usual Pesquisa de Satisfação. Nela são absorvidas as percepções dos clientes a cerca do material a ele ofertado bem como a maneira que o mesmo fora atendido na empresa. A pesquisa fornece conhecimento para que os empresários possam buscar formas de melhorar o atendimento aos clientes, garantindo sua satisfação e o seu retorno sempre que preciso.
Uma das grandes diferenças entre empresas bem sucedidas no mercado para aquelas que não conseguem se manter é a proximidade com os clientes-alvo, proximidade esta que permite à empresa conhecer pontos estratégicos para melhor satisfazer seus clientes, destacar-se no mercado através de sua rentabilidade e caminhar sempre rumo à excelência empresarial.
A seguir são listados alguns atributos essenciais no comportamento do empresário para se refletir num bom atendimento:
- Conhecer o tipo de cliente e saber de que maneira atingí-lo para compra do produto;
- Conhecer todos os produtos da empresa para transmitir confiança sobre produto ofertado;
- Acreditar no que se vende, pois assim será possível convencer o cliente a respeito da qualidade e necessidade do produto.
Mylena e Amanda
Departamento de Marketing
CAMPE Consultoria Jr.
Este ano teremos como tema do evento “Planejamento Estratégico em Tempos de Crise” contando com renomados palestrantes. No primeiro dia teremos o Presidente do BDMG e ex-ministro do trabalho e do planejamento e orçamento, Paulo Paiva, seguido de Wagner Fontoura, estrategista de Mídias Sociais da RIOT e sócio da Coworkers, trabalhando para grandes empresas como Globo e Editora Abril. O segundo dia contará com Conrado Navarro, consultor de finanças pessoais e criador do dinheirama.com e com Mauro Sayar, assessor econômico da FIEMG e ex-consultor do FMI. Para fechar o evento, na quinta-feira Paulo do Carmo, ex-chefe geral da Embrapa Gado de Leite estará no primeiro horário, seguido do Ministro da Embaixada do Japão, Tatsuo Arai. No último dia, haverá ainda uma festa de encerramento no Cultural, contando com um tributo a Cazuza em um ambiente moderno e despojado.