A China se tornou, após a crise americana de 2009, o principal parceiro comercial do Brasil. O país asiático corresponde a 15% da corrente comercial brasileira (soma de exportações e importações) segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, e nós somos os superavitários nessa relação. Durante a citada crise, a manutenção do ritmo de atividade econômica da China - que registrou crescimento perto de 10% em um ano em que a maioria das grandes economias estava em recessão – foi fundamental para que a “marolinha” brasileira não se tornasse uma tsunami. Além disso, não temos um histórico de grandes problemas diplomáticos na relação com os chineses, q...
Leia a matéria completa