Participe e apareça no Ecaderno enviando sua notícia!

Clique e envie »
Em 09 de setembro de 2013, às 17:06h (Atualizado em 09/09/2013, às 17:09h)

As pegadinhas nas entrevistas de emprego

Saiba como se sair bem e impressionar o entrevistador

Cada vez mais, os processos seletivos têm priorizado o raciocínio e a criatividade dos candidatos. Em alguns casos, perguntas superelaboradas e, muitas vezes, sem objetividade acabam se transformando em pegadinhas capazes de confundir muita gente.

Quem participa de processos seletivos fica sempre à espera das perguntas básicas, clássicas. Mas o candidato deve ficar atento àquelas indagações que podem gerar desconforto, dúvida e confusão.

De acordo com um levantamento feito pelo site Glassdoor, que levou em consideração o relato de candidatos a oportunidades profissionais, em sua maioria dos Estados Unidos, 25 empresas tiveram suas entrevistas de emprego consideradas as mais difíceis no último ano. No topo da lista, aparece a consultoria McKinsey & Company. Outras empresas famosas que aparecem na lista são Google (8ª posição), Microsoft (16ª posição) e Facebook (22ª posição).

O Google, por exemplo, utiliza perguntas mais elaboradas em seu recrutamento de colaboradores. Em algumas entrevistas, os candidatos foram abordados com frases como: “quantas bolas de golfe cabem em um ônibus escolar?”, “quanto você cobraria para lavar todas as janelas em Seattle?” e “explique, em três frases, como se fosse para o seu sobrinho de oito anos, o que é um banco de dados”.

Segundo Luciana Teodoro e Christina Daret, analistas de Recursos Humanos do Grupo Let Juiz de Fora, alguns profissionais têm utilizado perguntas do tipo: “quantas bolinhas de gude são necessárias para encher essa sala?” e “quantas latas de tinta são necessárias para pintar essa sala?” em seus processos seletivos. Luciana afirma que, atualmente, “o mercado exige que as contratações sejam feitas de forma assertiva e em um curto prazo de tempo. Para isso, faz-se necessário que a entrevista seja conduzida de forma objetiva e, dessa forma, as perguntas-pegadinhas tornam-se irrelevantes para o processo”.

Se pego de surpresa por uma destas perguntas, Christina aconselha os candidatos a agirem de forma tranquila, tentando estabelecer uma lógica e coerência em sua resposta. “Com este tipo de pergunta, o selecionador busca conhecer de que forma o candidato estabelece sua linha de raciocínio na resolução de problemas”, ressalta a profissional.

As analistas de RH acreditam que a utilização desse tipo de questão não é saudável, por se tratar de uma situação que gera ansiedade, sendo que esta mesma ansiedade pode influenciar negativamente no desempenho do candidato no processo seletivo.

Fonte: Da Redação

Veja também

Faça um comentário

Nome
Comentário
Verificação

Marcando esse campo seus dados como nome e foto não serão exibidos no comentário.

Todas as notícias RSS

Canal Multimídia

Conhecimento em Foco UpTake - O único no Brasil com ISO 9001

Conhece a UpTake? É o único curso de idiomas do Brasil com selo de qualidade ISO 9001.

Veja mais »

Escolha sua profissão RSS

Gestão Financeira

Atua no planejamento financeiro, na organização, na direção, na captação e nos i [...]

O que você procura?
O que você quer vender?